5 dicas matadoras para uma estratégia de Vídeo Marketing

2015 foi chamado por muitos de O Ano do Vídeo Marketing. Segundo o contribuidor da Forbes, John Rampton, o aumento dessa atividade acontece “… à medida que negócios encontram maneiras novas, inventivas, de usar o meio [vídeo] para atingir consumidores. Vídeos se destacam nas redes sociais, dando aos consumidores uma visão geral de um produto sem intimidá-los com texto. Em menos de trinta segundos, um consumidor pode conseguir as informações que precisa sobre um negócio por meio de um vídeo curto e visualmente atraente”.

Ao passo que as ferramentas tecnológicas do audiovisual se desenvolvem, fica cada dia mais fácil e mais barato criar vídeos interessantes voltados para a área de negócios. No entanto, esses vídeos devem ser criados e inseridos no plano de marketing da empresa de maneira estratégica. Neste artigo, apresentamos 5 elementos essenciais a serem consideradas ao se implantar uma estratégia de vídeo marketing.

1. Manter um calendário de publicações para vídeo marketing

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Assim como qualquer estratégia de conteúdo online, a publicação de vídeos deve ser organizada e segmentada. Não pense em postar um só vídeo para promover um produto ou empresa – ou dar uma aula online, caso o seu negócio seja voltado para educação e/ou conhecimento –, pense na sua campanha como uma série. Que tipo de história pode ser contada que lhe permitirá postar vídeos curtos – partes da história – durante o curso de algumas semanas?

Uma vez que conseguir determinar o conteúdo a ser trabalhado em cada vídeo, bem como quantos serão, crie um calendário que deve conter as datas de lançamento de cada parte da história. Coloque um espaçamento lógico entre cada vídeo, considerando que o último deve coincidir com um lançamento de produto ou evento.

Caso use os vídeos como parte da sua estratégia de marketing de conteúdo, como é o caso de muitos youtubers, seguir um calendário também é muito importante. Se produzir um vídeo por semana, disponibilize-o à sua audiência sempre o mesmo dia da semana – e, de preferência, também no mesmo horário. Seres humanos são criaturas de hábitos, nos damos bem com a previsibilidade.

2. Criar vídeos curtos

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Graças às mídias sociais, a maneira como nos comunicamos e consumimos informação mudou muito – principalmente nos últimos dez anos. Hoje, conseguimos dizer muito com os 140 caracteres do Twitter, os 6 segundos do Vine ou a infinidade de emojis e efeitos gráficos do Snapchat. Nesses formatos, o consumidor pode ver as mensagens da empresa rapidamente, enquanto acompanha seus feeds.

3. Mostrar mais que apenas produtos

Informações sobre o produto, a empresa ou tópico – novamente, caso você trabalhe com aulas online – são importantes, mas elas nem sempre são atrativas para o consumidor. Esse grupo de informações formam o que chamamos de hard content, ou “conteúdo duro”. O hard content é aquele que precisa estar ali, mas não é exatamente interessante ou fácil de ser digerido.

Por isso, é importante variar o tipo de conteúdo para dar dinamicidade ao vídeo. Isso vale para o que vai ser filmado e para o que vai ser falado. No caso do vídeo, é importante usar o b-roll. O b-roll é uma sequência de imagens secundárias que são intercaladas ao conteúdo audiovisual primário (mais importante). Se você está gravando uma aula, por exemplo, o b-roll vai ser tudo aquilo o que não é você falando para a câmera.

Entrevistar pessoas da empresa, inserir depoimentos de consumidores que já usaram o produto, testemunhos de pessoas respeitadas no mercado ou clientes que aprovam o produto e/ou a empresa etc. É importante considerar o público-alvo e o branding da empresa, mas, de modo geral, quanto mais criativos e dinâmicos forem os vídeos, melhor será o engajamento do espectador.

 

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4. Disponibilizar os vídeos nos lugares certos

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Numa estratégia de vídeo marketing, o seu vídeo deve estar no YouTube e no seu site. E, agora que o Facebook está investido em novas features de vídeo, ele também é um bom lugar para o seu conteúdo audiovisual estar presente.

A maior vantagem do YouTube é sua conexão com as buscas do Google. Além de ser uma plataforma gratuita. A desvantagem é que você perde o controle sobre o conteúdo, pois ele pode referenciar o seu vídeo para um usuário que não corresponde ao seu público-alvo ou, pior, para um concorrente.

O ideal é complementar esses canais gratuitos com um hub dedicado a vídeos no seu próprio site. Desta maneira, é mais fácil manter o controle e mensurar as visualizações.

5. Priorizar métricas e Analytics

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Mensurar a performance de um vídeo é a única maneira de saber se ele é bem-sucedido ou não. A métrica que a maioria das pessoas mais se interessa em saber é o número de visualizações. No entanto, essa métrica não leva a mais leads.

A melhor tática é coletar dados em como os seus vídeos são assistidos e como os espectadores se engajam com eles. Quanto tempo o espectador passou vendo o vídeo? Quantas vezes reassistiu ao mesmo vídeo? Quantas vezes “pulou” para o próximo vídeo? Esse é o tipo de dado que vai lhe ajudar a saber como a sua estratégia de vídeo está funcionando.

Por exemplo, você deve se preocupar em descobrir como engajar aqueles espectadores que “pularam” para o próximo vídeo nos primeiros 10 segundos de duração. Mudar o conteúdo? A abordagem? O cenário?

O vídeo  marketing cresce a cada dia e, ao que tudo indica, veio para ficar. Logo, adaptar-se a este novo “normal” do compartilhamento de conteúdo online é essencial para empresas que se interessam em ter um relacionamento mais próximo com seus consumidores. Compartilhe nos comentários as suas dúvidas e dicas para uma estratégia de vídeo marketing bem-sucedida.

 

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